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CBCA relembra trajetória de profissionais parceiros no Dia do Trabalhador da Construção Civil

23/10/2020 | Notícia | CBCA

Filemon Botto de Barros e Flávio Gaiga contam seus principais feitos e desafios da profissão

Os trabalhadores da construção civil exercem suas funções do escritório ao canteiro de obras, atuando em tarefas que exigem profundo conhecimento. Na segunda-feira (26), quando se comemora o Dia do Trabalhador da Construção Civil, o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) prestigia a trajetória e a carreira de profissionais parceiros.

De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a construção é um dos setores que mais gerou empregos formais no Brasil durante a pandemia do novo coronavírus e é responsável por mais de 2,2 milhões de postos de trabalho legais, contribuindo para o desenvolvimento econômico do país.

Entre os milhões de profissionais da área, o engenheiro Filemon Botto de Barros compartilha um pouco de sua trajetória e desafios enfrentados ao longo dos anos. Atuando, atualmente, como diretor técnico da Projconsult – Engenharia de Projetos Ltda., e como consultor de engenharia de várias outras empresas do ramo, Filemon diz que a escolha da profissão em sua vida surgiu naturalmente. “Projetar e construir pontes era a principal atividade exercida pelo meu pai, a quem que eu acompanhava nas obras desde muito pequeno”.

Entre os desafios que encontrou pelo caminho, Filemon destaca um projeto executivo de 68 viadutos metálicos na ferrovia transnordestina, no Ceará, entre 2009 e 2012, além de um projeto executivo do viaduto de ligação da Ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha e à Avenida Brasil, com 4,5 km de extensão.

“Outra experiência que me marcou muito foi o desenvolvimento de todas as etapas da Ponte JK em Brasília, que se tornou o novo símbolo da cidade”, conta.

Desafios diferentes e, ao mesmo tempo, paralelos aos vividos pelo engenheiro Flávio Gaiga, que atua no mercado em gerenciamento de obras civis e como projetista de estruturas. Sua trajetória profissional é marcada pela fundação de empresas nas áreas de projeto, consultoria, industrialização e montagem de estruturas em aço e de concreto pré-fabricados.

“Sempre me interessei por matemática e desenho, então o direcionamento para a graduação na área civil foi uma consequência quase natural pela minha preferência em exatas, tecnologia e computação”, relata.

Desde os primeiros anos de profissão, os desafios enfrentados por Gaiga variam conforme a época e também de acordo com o seu enquadramento profissional. No início, os problemas vieram pela falta de experiência, o que também serviu de impulso ao aprofundamento nos estudos. “Apesar de tudo, sempre consegui conciliar trabalhos com o ensino superior. Passei os últimos anos sendo moldado por vários momentos de crise”.

Trabalhando como professor universitário desde 2006, Flávio conta que se tornou mestre em Engenharia de Estruturas pela Unicamp, em 2008, para ensinar e inspirar os jovens que se sentem atraídos pela área da construção civil.

Em parceria com o CBCA, Filemon e Flávio também contribuíram com o aprendizado de profissionais, estudantes e interessados na construção industrializada em aço, por meio de RoadShows em diversas cidades do país e webinars baseados em alguns de seus projetos, apresentando para os participantes todas as vantagens da utilização do aço no setor da construção civil.

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